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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Energitec | Identidade Visual

No início de 2011 iniciei o trabalho de concepção de uma nova identidade visual para a empresa Energitec - Combustão Industrial, localizada em Curitiba. Ao completar seu 10º aniversário a empresa buscava uma identidade visual mais contemporânea, que a permitisse comunicar-se com o mercado (em expansão) de uma maneira mais objetiva e profissional. Uma identidade visual que realmente refletisse sua atuação.




O projeto foi desenvolvido ao longo de 5 meses e começou a ser implantado em outubro quando a Energitec completa seu aniversário de dez anos.
Ao apresentar o projeto foi entregue um manual de identidade visual com 30 páginas. Nele, as justificativas do projeto e como devem ser realizadas as aplicações da marca.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Creme Crackers | CD

Em maio de 2011 concluí o projeto de identidade visual e a elaboração do material gráfico para os amigos da banda Creme Crackers: Kadu Mota e Syd Mazzei. A inspiração para o projeto vem das antigas embalagens de biscoito Cream Crackers da Piraquê, desenhadas nos anos 1960, por Lygia Pape.

Um ícone "creme crackers" foi criado para a banda, de modo a ser aplicado em camisetas, peles de bateria, fundos de palco, etc. Uma maneira de sintetizar a imagem já forte do biscoito de forma mais objetiva e contemporânea. Para o logotipo foi utilizada a Helvetica Neue Extended, que sofreu pequenas alterações com intuito de ganhar um aspecto mais personalizado. 
Um projeto muito bacana de fazer pois é sempre bom quando você pode se apropriar das características de algum produto e apresentá-lo de maneira diferente. Deliciem-se com os Creme Crackers. Valeu, Kadu! Valeu, Syd!


Fotos encarte: Fábio Teixeira


sábado, 24 de setembro de 2011

Iscola, o crime | Design Editorial

Iscola o Crime é o livro de tiras dos personagens criados pela amiga Rose Araujo, que acabou de chegar.
Fui convidado por ela para dividir a direção de arte e o projeto gráfico da publicação independente que possui 104 páginas.

A ideia foi transformar o livro em um caderno, relembrando os  antigos cadernos escolares pautados. A capa é de papel craft com uma etiqueta, que reforça ainda mais a idéia do caderno. Para "fechar" o livro criamos uma cinta preta que encobre a etiqueta e faz um link direto com a tarja preta que encobre os olhos de uma das personagens, presente também na folha de rosto.

Nas páginas iniciais um local para que o "dono do caderno" possa escrever seus dados escolares como seu nome, turma, série e ano. =)  O livro apresenta também fragmentos de matérias jornalisticas, desenhos e manuscritos de trabalhos escolares. No final do livro, um dos cadernos possui tratamento gráfico diferenciado, com páginas de fundo em preto, chamado "Proibidão". Nele estão presentes as tiras com conteúdo mais "pesado". Na última página uma verdade: O bem sempre vence.


Para a divulgação do livro criamos um release-circular. Uma carta da direção da "Iscola" para os "responsáveis" pelos veículos de comunicação. Material xerografado como se o original tivesse sido datiligrafado. No "kit" além do "caderno" um lápis e uma caneta.

Um projeto que ficou muito legal! Como "pai designer" estou cheio de orgulho de mais um filhote lindo e bem cuidado! Quem quiser comprar pode visitar o site da Rose! www.rosearaujo.com.br


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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Logo Design Volume 3

Um dos meus projetos recentemente desenvolvidos, a identidade visual para a cachaça Quinta da Mena, foi selecionado para integrar o catálogo LOGO DESIGN Vol.3. Editado por Julius Wiedemann o livro, lançado em julho de 2011 pela editora alemã Taschen em edição multilíngue, possui 384 páginas e apresenta trabalhos de mais de 250 estúdios de design de todo o mundo.

Descobri esta novidade ontem. Baita surpresa que divido com vocês!
=)

Abraços em todos!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Niemeyer


Querer discorrer sobre o gênio ou suas obras é cair na mera repetição... é dizer o óbvio.
A melhor maneira de entender a obra de Oscar Niemeyer é interagir com ela. É visualizar suas curvas, seus ângulos. É deixar que ela fale por si.

Em 2006, às vésperas da comemoração do centenário de Niemeyer, desenvolvi, o desenho de uma tipogtafia, inspirado nas curvas do MAC Niterói (Museu de Arte Contemporânea de Niterói). O tipo chama-se Niemeyer.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

FLICTS 40

Em 2009 comemoramos quatro décadas de aniversário de um dos mais importantes livros da literatura infantojuvenil brasileira: FLICTS, de Ziraldo.

Lançado em agosto de 1969, Flicts foi pioneiro, não só no Brasil, em linguagem gráfica e em sua temática, agradando em cheio as crianças e os adultos também. Sua publicação foi amplamente comentada em diversos jornais e revistas, e suas manhãs, tardes e noites de autógrafo eram muito concorridas.

Para celebrarmos os 40 anos desse livro único, eu e minha amiga Rose Araujo idealizamos, pesquisamos, organizamos, escrevemos e fizemos o design gráfico para o projeto editorial FLICTS - Edição Comemorativa, ou como carinhosamente chamamos, simplesmente FLICTS40.
O livro, publicado pela Editora Melhoramentos, apresenta a história de Flicts em sua íntegra. O que isso quer dizer? Significa que desde o ano de 1970, o livro não era publicado conforme sua edição original, com 80 páginas e todas as cores, formas, espaços e texto criados por Ziraldo. Apenas em 1989, em virtude das comemorações dos 20 anos da publicação, a Melhoramentos fez uma edição especial de apenas 2 mil exemplares, em capa dura, com miolo impresso em papel cuchê.
Além de apresentar Flicts em magnitude, esta edição comemorativa traz mais 24 páginas intituladas FLICTS 40 — Uma história (de uma cor) e tanto!". Nesse "capítulo especial" é contada a história (amplamente ilustrada) do nascimento do livro, sua trajetória editorial (no Brasil e no mundo) e o universo de transposições do personagem para as mais diversas linguagens e mídias (teatro, tv, cinema de animação, quadrinhos, CD-ROM, internet, etc.).
Presentes nessa edição especial, estão também textos de Carlos Drummond de Andrade (íntegra da crônica Flicts: O Coração da Cor, jornal Correio da Manhã - RJ/1969), do amigo e Educador Edison Borba (que traça um perfil histórico-sentimental do país na época do lançamento do livro) e da Educadora e Doutora Vânia Maria Resende (que faz uma análise técnico-literária da obra-prima de Ziraldo.

Além de toda a organização desse projeto, criamos um selo comemorativo que está (e estará) presente na publicação e na divulgação do livro em diversas mídias, como no site da Bienal do Livro 2009.


"Era uma vez uma cor muito rara... que se chamava Flicts...", e ela está fazendo aniversário.

Vamos comemorar!
Abraços.

sábado, 8 de agosto de 2009

sábado, 18 de outubro de 2008

Pouca Vogal

Um dos trabalhos mais recentes que fiz, foi o projeto de identidade visual para o duo ¿ou devo chamar de banda? intitulado Pouca Vogal. O projeto é a parceria entre os músicos portoalegrenses Humberto Gessinger e Duca Leindecker, no período de recesso de suas bandas: Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem, respectivamente.

O projeto de identidade visual Pouca Vogal foi elaborado em parceria com a querida amiga Melissa Mattos, parceira de outros sonhos e projetos.

O conceito para o projeto baseou-se principalmente no desenvolvimento de um símbolo e um logotipo, indispensáveis para a identificação/representação de uma banda. Como o próprio nome sugere, o logotipo Pouca Vogal deveria utilizar poucas vogais na sua composição, assim como seu símbolo (que é a estilização tipográfica das iniciais “G” e “L” dos músicos Gessinger e Leindecker).
O partido adotado foi inspirado na gráfica tipográfica tradicional (mais especificamente nas imagens da editora NoaNoa, localizada em Florianópolis e conduzida pelo querido artista e amigo Cléber Teixeira) e no tipo American Typewriter (tradicionalmente utilizado nos projetos gráficos dos discos dos Engenheiros do Hawaii).

O resultado pode ser conferido nos sites Pouca Vogal, Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem assim como as músicas que foram disponibilizadas para download.

O projeto Pouca Vogal estreou ontem, dia 17 de outubro de 2008, no Teatro Bourbon Country em Porto Alegre/RS e teve seu símbolo reproduzido na cenografia do espetáculo.

Foto de Pínio, publicada no site cronicasenghaw.blogspot.com
Abraços para todos, e em especial para Melissa Mattos, Humberto Gessinger e Duca Leindeker! Longa Vida, Pouca Vogal!

domingo, 9 de março de 2008

DVD Geração de Prata

No final de 2007 fui convidado pela minha amiga Rose Araujo a realizar mais um trabalho em parceria. Tratava-se da capa de um DVD para um documentário que falava sobre a trajetória da Geração de Prata do Vôlei Brasileiro. O filme que teve uma avant-premiére no Cine Odeon BR, na Cinelândia (RJ), no dia 13 de dezembro de 2007, seria lançado em DVD, em edição de colecionador, pelo documentarista e diretor estreante Paulo Roscio, da Business Television.

Após uma reunião com o cliente, assistir ao filme (já finalizado) e pesquisar sobre o assunto, Rose e eu chegamos à proposta para a capa do DVD, que tinha que ser sóbria e adaptar-se à identidade visual do filme. Junto com a capa, surgiram também as telas de menu do filme, o que reforçou a identidade visual do produto que já pode ser encontrado em algumas lojas especializadas.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Capas - A primeira impressão

Acho que a minha primeira lembrança de comprar algo referente ao que seria a minha futura carreira, foi em um passado 1989, eu então com 12 anos, pedindo para o meu tio comprar para mim o programa da peça Elas por Ela estrelada por Marília Pêra no antigo Teatro Ginástico.

Achava o máximo ver naquelas páginas... os nomes, a ficha técnica, as imagens que resumiam o espetáculo, as letras das músicas (era um musical), a capa com a arte do cartaz...

Acredito que essa seja a minha primeira lembrança mais específica quanto à profissão de designer gráfico e, acredito também que possa vir daí a vertente de trabalho com Design Editorial, uma das minhas favoritas.

Portanto, após essa viagem no túnel do tempo, posto aqui imagens de projetos gráficos editoriais feitos para a Editora Lucerna/Zeus ao longo dos últimos seis anos, onde os trabalhos executados até 2006 foram realizados em parceria com o designer e amigo Marcelus Gaio.

Os projetos para a Editora Lucerna/Zeus iniciaram-se em 2002 com a Coleção Os Amigos da Lis, com texto e ilustrações da amiga Rose Araujo (com quem dividi o projeto do Almanaque do Ziraldo). Os livros, nos quais realizamos o projeto gráfico de capa e miolo, apresentam as história da turma de personagens que mora no mesmo prédio e divide seu tempo livre com muita imaginação e consciência ecológica.

A partir daí foram realizados diversos projetos gráficos para capas e algumas coleções da editora, especializada em lingüística. Como a Série Dispersos, a Coleção Pontos Essenciais, Coleção Educação e Transdiscipliaridade, Hiroshima 45, Organização do Texto Descritivo em Língua Portuguesa, entre outros.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Êta, Cachaça danada!

Lá para as bandas de 2004/2005 começou o trabalho com a danada da cachaça. E digo danada, pois apesar de não ser um especialista, a EngenhoDoce é tão boa, mas tão boa, que quando você experimenta, só dá pra ter certeza disso: Danada de Boa!

Na época, o convite apareceu por meio de uma grande amiga (e excelente redatora) de unir-se com outros 2 amigos juntando assim áreas fundamentais para atender ao cliente: Atendimento, Criação/Produção e Planejamento.


O início do trabalho era criar uma nova identidade visual para a tradicional bebida mineira e o reposicionamento da marca. Com esses passos surgiram os rótulos, papelaria, folheteria, banners e o website.
Em meados de 2006, por ocasião da Copa do Mundo de Futebol, realizamos uma campanha para uma edição comemorativa da cachaça, com rótulo especial em edição limitada. Para isso, produzimos um cartaz para PDV.

Em um segundo momento, realizamos um plano de comunicação e distribuição para a EngenhoDoce Cachaça Mineira. Essa etapa do projeto incluiu a criação de uniformes, um portfólio de produção, um banner para PDV e um banner institucional.

O Portfólio de Produção, foi em particular, um dos trabalhos que mais gostei de fazer. A equipe (nós três) fomos para a Cidade de Passa Quatro / MG em uma viagem que não durou mais que 48 horas. Eu, com a máquina em punho registrava detalhes da cidade, da natureza e do alambique onde a cachaça é produzida. No total, foram realizadas quase 500 fotos que, após a edição, foram utilizadas no impresso que tem 10 páginas, e apresenta o produto e cada uma das suas etapas de produção.

O ponto centralizador das ações planejadas para a EngenhoDoce aconteceu no início de janeiro de 2007, na participação da marca na FEICA Rio (Feira Internacional da Cachaça) realizada no Hotel Othon em Copacabana. Para o evento realizamos a criação e executamos a decoração do stand da cachaça, naquele que era o primeiro evento do gênero no Rio de Janeiro.
Hoje, são mais de 3 anos de um grande trabalho com um resultado sempre recompensador. Um trabalho onde sempre aprendo muito, justamente pelo caráter multidisciplinar dos projetos. Então, aproveito para deixar um abraço aos amigos que me chamaram para participar dessa empreeitada: Paola Gil e Ney Ferreira. E também aqueles que colaboraram com o projeto: Marcelus Gaio (design | na fase inicial), Marcelo Corrêa (fotos estúdio) e Patrick Coelho (webmaster).

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Selo Ziraldo 75 anos: uma marca para comemorar!

No início das idéias para o projeto do Almanaque do Ziraldo, sugeri para a Editora Melhoramentos a realização de um selo, que divulgasse a comemoração dos 75 anos do Ziraldo e que pudesse ser aplicada nas capas dos livros e em todo o material da editora que festejasse o aniversário.



Diversas opções que incluíam o logotipo da Melhoramentos foram pensadas, porém descartadas no início da concepção. Mantive apenas opções que apresentavam os 75 anos do artista. Uma das alternativas incluía a panela do personagem Menino Maluquinho, opção também descartada pois apresentava-se limitada em relação ao universo criativo de Ziraldo.
Outra opção foi a utilização de um tipo desenhado pelo artista, comumente utilizado em seus trabalhos, e a criação dos caracteres “7” e “5” baseados no seu traço. A solução gráfica foi bastante satisfatória, mas o próprio Ziraldo ressaltou o aspecto de que pareceria que ele próprio teria criado a marca em sua própria homenagem. Portanto descartamos essa opção.
A opção final foi a utilização do numeral junto da assinatura do Ziraldo (um ícone por si só) com os números "7" e "5" unidos em seu desenho, apresentando um caráter contemporâneo e dinâmico.

O selo foi utilizado no estande da Editora Melhoramentos na Bienal do Livro no Rio de Janeiro/2007, bem como em marcadores, cartazes, adesivos para vitrines, camisetas, e algumas publicações como a capa do livro Menina das Estrelas e em kits promocionais produzidos para a Livraria Saraiva.